Danel Munduruku na Academia Brasileira de Letras.

     O professor e cronista indígena Daniel Munduruku poderá ser o próximo imortal da ABL. Eleição dia 18. Seria o primeiro indígena a alcançar o Salão Nobre Petit Trianon. Há muito apoio, muita militância, e ele sai na frente de concorrentes. Nunca o li mais atentamente, apenas algumas crônicas. Coloquei na fila. Ok, pelo menos este escreve. Concorre também a três Jabutis por literatura infantil e juvenil. Não é político, não é general (os desafetos de Mário Quintana), não canta, não sapateia, não assobia, não representa, não teoriza, não dança, não faz mímica, não conta piada. Ele escreve. Mesmo estando abaixo dos grandes da primeira metade do século XX como literato, seria a volta da ABL às origens.
    

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