Toda tradução de literatura de primeiro time é complicada, traz sempre perdas. Um bom tradutor quase cria algo novo. Eu, fluente apenas na língua nativa, leio traduções, tenho muitas guardadas, mas prefiro apenas os escritores nativos para me aprofundar. Apesar de tudo, ver Machado de Assis aceito no exterior é sempre bom, mesmo com as perdas da tradução. Quando fora do português, Machado mantém as interessantes narrativas que desenham o aspecto psicológico dos personagens, o que não é pouco, e é um detalhe universal, mas desaparece a beleza do estilo, uma das ricas chaves da literatura dele.
Quem sou eu
- Elcio Mantovanelli
- Advogado, bugrino, blogueiro e diretor da ACHESP (Associação dos Chatos do Estado de São Paulo).
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