Scorsese: O Irlandês não pode ser assistido em celular.

     Inauguro a série Conversa Mole, que é, aliás, uma das propostas fundamentais do meu blog. a conversa fiada sobre cultura, como se estivéssemos em um buteco. Diante desta perspectiva, não aprofundo nada, apenas lanço a centelha. 

     - Halley (nome do garçom, que só aparece de vez em quando) manda mais uma gelada aí.

     Ok, bora, então. Scorsese anda nas bocas. É bom para ele, está lançando filme novo, que dizem ser de tirar o fôlego apesar de comprido pra dedéu, mais de três horas. Scorsese manja cinema, é intelectual da coisa, dá aulas, comenta clássicos de forma saborosa, gosto de apreciar. Faz algumas semanas, disse que Marvel não é cinema. Concordo. Aquilo é uma merda medonha. E disse que O Irlandês não pode ser visto em partes. Para isto posso não concordar. Um filme de três horas e meia,. bicho, dá dor na bunda por melhor que seja. E agora diz que O Irlandês não pode ser visto em celulares. Também concordo. Cinema é espetáculo. É pelo mesmo argumento que não gosto que meu blog seja visto em celulares. Não que ele seja, como cinema, um espetáculo, hehe, não é bem isso, mas utilizo muita linguagem multimídia e não gosto de ver meus postos em telinha. Enfraquece, empobrece. Enfim, Scorsese é o cara. Clique na imagem e leia a matéria da Veriety. 



    Nóis é foda, véio, conversa mole aqui é em alto nível.

     - Halley, mais duas.

     O nome do Halley é José Aparecido Cardoso da Silva, mas o apelido pegou.
         

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