Esta interpretação do clássico bolero do compositor cubano Osvaldo Ferrés não é exatamente um samba. Mas também não é bolero. A cantora Júlia Vargas, de Niterói, RJ, desconstrói o bolero para reconstruí-lo de outra forma inédita. Apesar de habituado ao estilo natural das interpretações de cantoras caribenhas, eu gostei da versão de Júlia, que tem um quê de cigana.
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- Elcio Mantovanelli
- Advogado, bugrino, blogueiro e diretor da ACHESP (Associação dos Chatos do Estado de São Paulo).
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