O cabriolet 458 Spider é um modelo novo. Foi lançado este ano.
Não tenho dinheiro para comprar uma máquina dessas. E mesmo que tivesse, morando no Brasil eu não compraria. Andar com uma Ferrari nas ruas do Brasil fica uma coisa muito exibida e fora de tom. O que seria bacana e até chique, acaba quase ofensivo e destoante. Machado de Assis disse que existem pessoas elegantes e pessaos enfeitadas. Passear com uma Ferrari no Brasil o torna um enfeitado.
E eu não falo de Ferraris como sonho de consumo, como deslumbramento bocó. Não sou besta e sei o tamanho do meu bolso. Eu falo delas porque elas são bonitas, bem desenhadas e são os melhores carros do mundo. E mostro no meu blog sem qualquer compromisso e não tô nem aí. Não é porque você não sabe pintar e não tem dinheiro para comprar um quadro de Giotto que você não vai apreciar.
E eu não falo de Ferraris como sonho de consumo, como deslumbramento bocó. Não sou besta e sei o tamanho do meu bolso. Eu falo delas porque elas são bonitas, bem desenhadas e são os melhores carros do mundo. E mostro no meu blog sem qualquer compromisso e não tô nem aí. Não é porque você não sabe pintar e não tem dinheiro para comprar um quadro de Giotto que você não vai apreciar.
Semana passada cruzei com uma F360 preta, na estrada que leva ao distrito de de Souzas, aqui em Campinas. Não gostei. Antes de tudo pelo tom exibido que a coisa ganha, como eu já disse. E depois porque eu não gosto de Ferraris pretas ou amarelas.
Mas, se dependesse de caras duros como eu, que apenas apreciam, a Ferrari entraria em falência, ou viveria de ingressos para o museu. É preciso existir os enfeitados de bolso fundo, daqui e do mundo, para que as Ferraris continuem por aí.
Mas, se dependesse de caras duros como eu, que apenas apreciam, a Ferrari entraria em falência, ou viveria de ingressos para o museu. É preciso existir os enfeitados de bolso fundo, daqui e do mundo, para que as Ferraris continuem por aí.
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