Mss. Pelosi (Presidente da Câmara) comemora junto a outros congressistas democratas.Bacana. Os Estados Unidos saem na frente na evolução das atitudes governamentais para o complicadíssimo assunto saúde para população de grandes nações, gerando um sistema que, se der certo, poderá se seguido por outros países do mundo que tiverem coragem.
Pelo que entendo da coisa, todo cidadão vai ser obrigado a ter um plano de saúde, sob pena de multa. Quem pode mais, pagará mais, quem pode menos, pagará menos. E serão criados planos públicos para quem não tiver muitos recursos.
Mas ressalte-se que não sairá "de grátis" (na tetinha) para ninguém. Por lá não existe saco sem fundo e por lá o congresso não aprova o que o país não pode pagar.
Na busca por encontrar um caminho entre o socialismo inoperante e o mercado privado ladrão, as duas vertentes basilares dos sistemas de saúde no mundo (o Brasil tem as duas e nenhuma funciona a contento), considero este projeto de Obama uma idéia avançada que poderá aumentar o número de cidadãos cobertos por alguma garantia.
Há por lá, claro, os militantes do outro lado da moeda, os adeptos do conceito de liberdade, entendendo que a obrigatoriedade ao cidadão de aderir a um plano sob pena de multa é inconsitucional. A teoria merece respeito, por sua tradição e história. Por lá nunca alguém foi obrigado a picas nenhumas. Nem a votar.
A discussão ainda não acabou e vamos ver como o projeto chegará ao final do processo legislativo.
E por fim, vale lembrar que o projeto Obama, mesmo sendo bastante ousado para os padrões do sentimento social do americano médio, está muito distante do nosso caro, universal, utópico e pouco funcional SUS.
Pelo que entendo da coisa, todo cidadão vai ser obrigado a ter um plano de saúde, sob pena de multa. Quem pode mais, pagará mais, quem pode menos, pagará menos. E serão criados planos públicos para quem não tiver muitos recursos.
Mas ressalte-se que não sairá "de grátis" (na tetinha) para ninguém. Por lá não existe saco sem fundo e por lá o congresso não aprova o que o país não pode pagar.
Na busca por encontrar um caminho entre o socialismo inoperante e o mercado privado ladrão, as duas vertentes basilares dos sistemas de saúde no mundo (o Brasil tem as duas e nenhuma funciona a contento), considero este projeto de Obama uma idéia avançada que poderá aumentar o número de cidadãos cobertos por alguma garantia.
Há por lá, claro, os militantes do outro lado da moeda, os adeptos do conceito de liberdade, entendendo que a obrigatoriedade ao cidadão de aderir a um plano sob pena de multa é inconsitucional. A teoria merece respeito, por sua tradição e história. Por lá nunca alguém foi obrigado a picas nenhumas. Nem a votar.
A discussão ainda não acabou e vamos ver como o projeto chegará ao final do processo legislativo.
E por fim, vale lembrar que o projeto Obama, mesmo sendo bastante ousado para os padrões do sentimento social do americano médio, está muito distante do nosso caro, universal, utópico e pouco funcional SUS.





0 estilingadas:
Postar um comentário